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Controlo da sua Asma

300 milhões de pessoas têm Asma, em todo o mundo

1 milhão

de portugueses afectados pela Asma
com diferentes graus de gravidade.

De acordo com os dados do relatório de 2016 do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (disponível online em http://www.ondr.pt/), estima-se que, atualmente, mais de 1 milhão de portugueses tenha asma, com diferentes graus de gravidade. A recomendação assenta no acompanhamento dos doentes e no tratamento preventivo. No mesmo relatório pode ler-se que Portugal é o país da Europa com mais baixa taxa de internamentos por asma, ainda que esteja a haver aumento do número de doentes internados, possivelmente devido a um ineficaz seguimento dos casos, diagnósticos incorretos ou pouca adesão ao tratamento. Estes fatores poderão explicar também o ligeiro aumento da mortalidade na população geral de asmáticos. Ainda assim, dados coligidos pela Global Asthma Network – rede mundial constituída por mais de 50 países – colocam Portugal no terceiro lugar do ranking de países com a mais baixa taxa de mortalidade por asma, após a Holanda e a Itália.1

Os dados do relatório do ONDR mostram também que as mulheres são a população de doentes mais afetada. Contudo, observou-se um aumento no número de homens internados. Um esforço generalizado no sentido de prevenir o aparecimento dos sintomas, as agudizações ou crises de asma, e consequentes idas às urgências ou hospitalizações, faria diminuir substancialmente o seu custo económico, provocado em grande parte pelas despesas com internamentos hospitalares de emergência, somados ao absentismo forçado dos locais de trabalho e dos estabelecimentos de ensino. Não por acaso, os asmáticos que não mantêm a doença sob vigilância vêem-se forçados a faltar o dobro das vezes ao trabalho do que os restantes, devidamente medicados.2

A asma pode reduzir a capacidade de exercício do doente, provocar-lhe insónias e sonolência persistente durante o dia, causar tosse persistente e alterações permanentes no funcionamento dos pulmões e dificuldades ocasionais em respirar.3

Quando a doença é gerida de forma deficiente, força inclusive a aposentação ou reforma antecipada dos asmáticos, agravando as suas despesas de saúde. Está, de resto, comprovada a associação da asma a certas tarefas profissionais que envolvam agentes químicos, tintas ou produtos tóxicos de alguma espécie. 3

1 - Global Asthma Report 2014 2 - Dean BB et al. J. Asthma. 2009. 46(9):861-6 doi: 10.3109/02770900903184237 3 - Manual de Boas Práticas Asma, da Direcção-Geral da Saúde (online)

PRT/AST/0002/17h Data de preparação: março 2017